IAC- foto ilustrativa

Pesquisa de novas tecnologias para cana une instituições de pesquisa

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O Instituto Agronômico de Campinas (IAC) e outras 22 instituições estão unidos no  Programa Plurianual Integrado de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) em Cana-de-açúcar (Pluricana), financiado pela Finep.

O projeto, que é liderado pela Embrapa, agrega ações que vão desde a introdução e quarentena de plantas até o melhoramento genético convencional e assistido, sistemas de produção e biologia avançada em cana-de-açúcar. Além disso, vai buscar soluções para a cogeração de energia, com culturas como Arundo donax (cana gigante), capim-elefante, casca de coco-verde e sorgo sacarino. Estão contempladas também ações na produção de sorgo sacarino e de sorgo biomassa, bem como pesquisas com Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN) e fitossanidade desta cultura, da cana-de-açúcar e de capim-elefante. O projeto ainda prevê recursos para ampliação e manutenção das estações de cruzamento da Rede Interuniversitária para o Desenvolvimento do Setor Sucroenergético (Ridesa) e do Instituto Agronônico (IAC).

De acordo com o pesquisador da Embrapa Agroenergia e coordenador-geral do Pluricana, Hugo Molinari, a iniciativa vai beneficiar o avanço das pesquisas públicas com cana-de-açúcar e biomassas agroenergéticas. Ele destaca que o projeto será executado em quase todo o Brasil por pesquisadores de sete unidades Embrapa (Agrobiologia, Agroenergia, Cerrados, Clima Temperado, Informática Agropecuária, Milho e Sorgo e Tabuleiros Costeiros), Ridesa, IAC, Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD) e Instituto Agronômico do Paraná (IAPAR). “É um projeto que beneficia todos os grupos que trabalham com melhoramento genético da cana na esfera de instituições oficiais”, diz Marcos Landell, diretor do Centro de Cana do Instituto Agronômico de Campinas/Ribeirão Preto.

Segundo o pesquisador da Embrapa Clima Temperado Sérgio Delmar, responsável pelo grupo de melhoramento genético, a evolução desta parceria, concretiza a formação dos grupos de pesquisa. “Integrá-los é nosso principal desafio para atingir o objetivo maior, que é um grande programa de P&DI em cana-de-açúcar conduzido por esta rede de instituições públicas de alta competência”, diz o pesquisador.

Canal -Jornal da Bioenergia com Embrapa Agroenergia