Construção de usinas solares fotovoltaicas provocam impacto social e econômico nas comunidades locais

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Geralmente com dimensões consideráveis, que podem chegar ao tamanho de até sete campos de futebol, as usinas solares fotovoltaicas estão se multiplicando e se espalhando cada vez mais pelo Brasil. A STI Norland, líder no país em fabricação de rastreadores solares e fabricante de estruturas fixas, é responsável por mais de 160 projetos no Brasil, tanto de geração distribuída como centralizada, e apontou um movimento interessante de crescimento e desenvolvimento das comunidades onde essas obras estão inseridas, como a usina Marabá, localizada no município de mesmo nome, no Pará, e a de Coremas, na Paraíba.

Segundo a fabricante de trackers, os impactos vão desde a movimentação de crescimento do comércio local para dar suporte à nova quantidade de pessoas que passam a frequentar a comunidade, aquecendo a economia local, até a infraestrutura da cidade, que muitas vezes ganha melhorias como estradas e transporte. “Normalmente, são feitas benfeitorias como a melhoria nas estradas de acesso, pavimentação, sinalização e construção de lombadas para a segurança dos moradores. Além disso, fazemos a capacitação e contratação de moradores locais, o que também impacta na comunidade, ajudando a diminuir o desemprego”, conta Anelise Pereira, Analista de Planejamento na STI Norland Brasil.

Em Marabá, com a construção de uma nova usina na região, 15 moradores locais foram chamados para trabalhar, integrando o time da STI Norland, na obra que conta atualmente com 27 colaboradores da empresa no total. Todos os profissionais recebem treinamentos técnicos profissionalizantes, oferecidos pela empresa, como o de “Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção”.

“Para nós é muito importante utilizar essa mão de obra local, pois conseguimos, ao mesmo tempo, fomentar a economia da região, fazer melhorias e atrair novos colaboradores, que vamos treinar e levar conosco para futuros projetos”, analisa Javier Reclusa, CEO da STI Norland Brasil.

O caso do Marley Moura foi um exemplo disso. Ele iniciou as atividades em São João do Piauí e agora segue para participar de um novo projeto. “O Marley foi contratado como funcionário local para auxiliar de almoxarifado e, dentro do mesmo projeto, foi promovido. Agora, ele está iniciando as atividades em nossa obra da usina Coremas, como encarregado do Almoxarifado”, exemplifica Anelise.

Na primeira fase do Projeto de Coremas, na Paraíba, o impacto causado pela companhia também provocou mudanças benéficas à população local, sendo que nesse, 60% da mão de obra contratada foi de trabalhadores do município. “Na época da construção da primeira fase do projeto, a cidade de 15 mil habitantes e que tinha a pesca como principal atividade precisou desenvolver sua mão de obra local para atender as expectativas e o projeto, tanto para atividades de obra civil como montagem eletromecânica. Já hoje, o impacto na região é menor, devido a essa primeira etapa,” avalia a profissional.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), 94% dos entrevistados consideram a indústria importante para o desenvolvimento econômico. Entre os entrevistados, 96% afirmam que é importante para o crescimento econômico, 95% para a melhoria do padrão de vida e 93% para a inovação e 98% acreditam que a indústria é importante ou muito importante para a criação de empregos.

Dessa forma, a STI Norland sempre busca empregar moradores da região em qual se instala para ajudar tanto no desenvolvimento econômico, quanto no social de cada local. “Dentre tantas histórias marcantes que passaram a fazer parte da empresa, a do Geyson Santos Lima não pode ser deixada de lado. O Geyson procurou a companhia em busca do primeiro emprego e ainda que passando por diversas dificuldades, não deixou de comparecer e se destacou entre os colaboradores”, destaca Diego Melo, Site Manager da STI Norland Brasil na usina de Marabá. Divulgação