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Inpasa anuncia construção da segunda indústria em Mato Grosso do Sul

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O grupo Inpasa, indústria de etanol milho, demais produtos de nutrição e energias renováveis, anunciou na última terça-feira (01) o lançamento de mais uma unidade no Brasil, em Sidrolândia, Mato Grosso do Sul, cerca de 70 km de Campo Grande. Para isso, a companhia pretende investir R$ 1,2 bilhões e gerar mais de 2 mil empregos, no período de obras, além de cerca de 400 novos postos de trabalho efetivos, a partir do funcionamento da planta previsto para o segundo trimestre de 2024.

A divulgação foi feita durante o MSDAY em São Paulo, realizado junto à Confederação Nacional das Indústrias (CNI), com a presença do governador do MS, Eduardo Riedel, o secretário titular da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Jaime Verruck, o presidente da companhia, José Odvar Lopes, e o vice-presidente, Rafael Augusto Ranzolin.

Além do milho, a indústria também deverá trabalhar com a transformação do sorgo em biocombustível, verticalizando ainda mais o mercado das commodities. Assim como nas demais plantas do grupo, a unidade inicia as obras com perspectiva de ampliação. Para a construção, a Inpasa contará com a política de incentivo do Governo do Estado.

“Nossa nova planta, a quarta do grupo no Brasil, vem ao encontro com a otimização do potencial agrícola brasileiro, fomentando cada vez mais o aumento da produção por unidade de área, potencializando alternativas de cultivo de segunda e terceira safra, transformando e verticalizando a matéria-prima em fonte de energia limpa e renovável, criando um círculo virtuoso de geração de empregos e renda na cadeia produtiva”, afirma o vice-presidente da Inpasa, Rafael Augusto Ranzolin.

Para o presidente-executivo da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), Guilherme Nolasco, o anúncio integra uma agenda nacional para colocar o etanol como protagonista da transição energética no país, unindo desenvolvimento socioeconômico com compromisso ambiental. “O Brasil possui um grande potencial energético que atende às demandas ambientais e políticas de descarbonização e, ao mesmo tempo, atua como propulsor de uma cadeia produtiva que ativa toda uma economia circular, gerando renda, emprego e desenvolvimento social. O etanol é, sem dúvida, a melhor alternativa para promover a descarbonização da mobilidade no país e estimular a integração das cadeias produtivas de energia e alimento”. (Assessoria Unem)

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