Elevação na tarifa de energia elétrica aumenta competitividade da fonte solar no Brasil, diz Go Solar

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Para Eduardo Villas Boas, diretor comercial da companhia, a produção própria de energia reduz gastos dos consumidores, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público   

O uso da energia solar fotovoltaica por famílias, empresas e governos deve ganhar um impulso ainda maior com o aumento nas tarifas da conta de luz dos brasileiros. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica, o reajuste este ano deve ser 2,4%, devido ao novo orçamento para a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), que é rateado entre todos os consumidores no País, com aumento na verba de 11% em relação ano anterior, além do repasse que deve ocorrer no próximo ano pela chamada “conta-covid”, um pacote de socorro emergencial ao setor elétrico, cuja previsões dão conta de um aumento de cerca de 20% nas faturas de eletricidade no Brasil.

A avaliação é de Eduardo Villas Boas, diretor comercial da Go Solar, distribuidora de equipamentos fotovoltaicos no Brasil. Para o executivo, a energia solar reduz, sobretudo neste momento, os gastos com energia elétrica da população, aumenta a competitividade das empresas e desafoga o orçamento do poder público, beneficiando pequenos, médios e grandes consumidores do País.

“Os sistemas solares nos telhados e pequenos terrenos são um importante alternativa no atual momento de recursos escassos, quando os consumidores estão pressionados a buscar formas efetivas de reduzir gastos e preservar suas reservas financeiras”, comenta Villas Boas.

“Com o advento da pandemia da covid-19 e, por consequência, a quarentena, o maior consumo de energia migrou, em parte, das empresas para as residências, e o consumidor está vendo sua conta de energia aumentar, o que torna ainda mais viável economicamente a tecnologia fotovoltaica”, acrescenta.

Uma alternativa para amenizar este cenário é o investimento que empresas e pessoas podem fazer na obtenção de um sistema de energia solar, que pode ser financiado e que tem durabilidade de mais de 25 anos. O payback está estimado entre três e sete anos.

Há diversas linhas de financiamento de energia solar oferecidas hoje no Brasil, que permitem pagar a parcela com a própria economia obtida na conta de luz, tornando a aquisição dos sistemas fotovoltaicos mais acessível, já que não há necessidade de desembolso de recursos próprios.

“Um sistema fotovoltaico bem dimensionado pode reduzir os gastos com eletricidade dos consumidores em até 95%. A economia gerada permite ao usuário destinar os recursos para outras necessidades essenciais, como alimentação, saúde e educação”, aponta o executivo da Go Solar. (Assessoria de imprensa)